segunda-feira, 28 de junho de 2010

Ciclos e tendências


Em clima de copa do mundo, todos estão falando sobre como é chato o som das vuvuzelas ou como o Galvão incomoda com seus comentários. Eu realmente tenho coisas mais interessantes a se fazer do que ficar vendo futebol.

Eu gosto de falar sobre tendências. Ver o que está na moda e o que está em baixa. Realmente curto isso, mas o que me irrita é esse fanatismo das pessoas que ficam falando só sobre um assunto. E o assunto da vez é Copa do Mundo. Haja paciência pra gente como eu, que odeia futebol, ficar aturando a cidade parar por causa de jogos na televisão. Acho uma perda de tempo o comércio fechar por um esporte. Não é a toa que quando falam de brasileiros no exterior, os comentários a seguir são sempre: Uh, Brazil samba carnaval, futebol, caipirinha. Fala sério, eu sou uma pessoa fria admito, acho que nasci no país errado. Andam falando que eu sou um velho de 80 anos, mas me orgulho dizer que odeio festa, barulho, bebedeira e falta de controle. As pessoas parecem ultimamente que só querem saber de fugir de seus problemas, pois eu não, mesmo com festa, bebedeiras e muito ópio eu continuo a pensar em meus problemas a serem resolvidos.

Meu namoro não estava indo muito bem de minha parte. O cara estava se apaixonando cada dia mais, mas eu estava com sentimentos indiferentes. Ele é cara mais legal que eu já conheci na vida. O único que me deu carinho, amor e atenção em reciprocidade até agora em 20 anos de existência, isso faz dele o meu herói. Antes eu só tive relacionamentos péssimos, onde eu era sempre abusado de alguma forma. Nunca que iriam me assumir como seu amor e então eu só servia de objeto de prazer, o que me fazia ter uma auto-estima muito baixa. Outros caras já se apaixonaram por mim, prometiam o mundo, mas eu não me interessava por esses que se mostravam fáceis. Então escolhi esse moço pra namorado por ele ter tido uma maior resistência, mas o fato de eu ser uma pessoa indiferente com sentimentos não ajudou em que eu me apaixonasse por ele. Realmente, agora, depois que acabei com ele, vejo que ainda gosto muuuito dele, mas não dá, não nasci pra ter relacionamentos. Gosto de ser de todo mundo, assim como todo mundo é meu. Bem o pensamento de “Admirável mundo novo”.

Devemos fazer tudo pra alcançar a felicidade e se esse namoro não estava me fazendo feliz então foi melhor mesmo ter acabado. Ele ficou bem, disse que não quer perder minha amizade e que gosta muito de mim, que sente algo bem especial por mim. Eu sei porque eu também sinto esse sentimento especial por ele. Em minha visão a felicidade é extremamente relativa, mas muito importante. Faça de tudo pra ser feliz.

Realmente acabei me perdendo no tópico, mas a tendência basicamente é ser feliz em clima de copa do mundo, você gostando ou não de futebol.

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